Agora que se ausenta
A hora
Agora que se esvaece
O sonho
A palavra
(sacra)
d e s v a n e c e
Sincrónica diacronia
Processo complexo
A poesia te fez dia
Como um canto lírico,
Como um onírico recanto
Onde o tempo era memória
E a memória encanto
Agora que a água
já não fende
Agora que a sede
já não sufoca
A dor
e v a p o r a
em filigrana
Silêncios M
ENTRE U
ENTRE Delírios
D
ENTRE
ENTRE
O
Lugares
Lugares
S
Agora que a veia
não pulsa
Agora que a vela
não arde
O tempo
retoma-me
suspenso
em espera
Como
Intervalos de açúcar
Absurdos de um criador que na dor se acalenta
E no verso se pretende
Poeta
.

...belo e complexo poema num traduzido SER que se des.compõe.
ResponderEliminarbjos
manuela
Desenhas notas de musica com letras mágicas que são palavras em poesia ambulante, que carregamos com o olhar quando te observamos em desconstrução do poema, em deconstrução do ser que arquitecta formas belas , resplandescentes em papel sem linhas, abstractas as cores.Depois, soubesse eu dizer: o tempo espera-te em versos de açucar, em cantos de dor abandonada. O sonho, meu amigo, é mais do que o pesadelo que se sente doloroso.
ResponderEliminarUm beijo.(sempre uma surpresa, ler-te:-))
Que linda a fonte que te inspira.
ResponderEliminarLindo o teu poema que
entre silêncios
entre mundos
mata a sede da poesia.
O sonho comanda a vida. A sensibilidade da escrita é monotorizada pelo sonho, pela persistência, pelo gosto que se tem e pela fonte que nos inspira!
Beijinho
que belo poema! as letras são como notas de música mágicas que fazem da tua poesia magia. entre a cede entre os sonhos bela poesia! segue em frente! beijinhos Ana
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